quarta-feira, 20 de maio de 2015

NEUROPORAÇÃO®: UMA NOVA ERA NO TRATAMENTO DAS DORES DA COLUNA!

Neuroporação

NEUROPORAÇÃO®: UMA NOVA ERA NO TRATAMENTO DAS DORES DA COLUNA!

O QUE É NEUROPORAÇÃO®?
NEUROPORAÇÃO® é uma forma de aumentar a permeabilidade da membrana celular de um nervo a medicamentos e a líquidos fisiológicos, com o objetivo de controlar, diretamente e de forma rápida, a inflamação e dor consequente.
Neuroporação 1
Neuroporação 2
 QUAIS OS TIPOS DE NEUROPORAÇÃO®?
A Neuroporação tem duas modalidades: a Neuroporação Eletromagnética (Eletroneuroporação) e a Neuroporação Química (Neuroporação Simples).
EM QUE SITUAÇÕES SE INDICA A NEUROPORAÇÃO®?
A NEUROPORAÇÃO® é realizada quando se determina, através de um protocolo médico especialmente desenvolvido, a localização precisa de uma inflamação em nervos. Isto ocorre na maioria das dores crônicas torácicas, lombares e cervicais, nas espondilolisteses, nas escolioses, nas degenerações da coluna e nas hérnias de disco.
COMO É FEITA A NEUROPORAÇÃO®?
NEUROPORAÇÃO® é realizada em uma única sessão, onde, guiado por imagens computadorizadas de tomografia ou radioscopia, posiciona-se, com precisão milimétrica, uma fina agulha especial (quase tão fina como uma de acupuntura) sobre o nervo-alvo, aplicando-se um campo eletromagnético através de um gerador de radiofrequência pulsada ou por um processo de indução química especial, introduzindo, dessa forma, uma concentração ideal de medicamentos especialmente usados para este fim.
Neuroporação 3
ONDE FAZER A TÉCNICA ORIGINAL DE NEUROPORAÇÃO®?
apresentação
O Centro Médico da Coluna Vertebral – CMCV, em Fortaleza, é referência nacional nesta técnica médico-intervencionista, recebendo atualmente grande quantidade de clientela estrangeira e de outros estados do Brasil que necessitam de tratamento de dores agudas ou crônicas da coluna vertebral, com atendimentos em inglês, francês, espanhol e português.
QUAIS AS VANTAGENS DA NEUROPORAÇÃO®?
- É um procedimento sem cortes
- É feito sob leve sedação e anestesia local
- Não exige tratamento de atividades praticadas
- É realizada ambulatorialmente ou em pernoite hospitalar
- Pode aliviar a dor de forma rápida e definitiva
- Pode evitar cirurgias na maior parte dos casos de hérnias de disco e de degenerações da coluna
- Pode tratar as dores residuais após cirurgias de coluna
- Permite que você volte a sua cidade em 24 horas

NEUROPORAÇÃO®:

Está aberta uma nova era nos tratamentos das dores da coluna!

Neuroporação 5

Dr. Henrique da Mota (Foto) é Médico Ortopedista e Cirurgião de Coluna diplomado pela Université de Lyon – França, e há mais de 15 anos vem aperfeiçoando, de forma sistemática, a técnica de Neuroporação®, a partir de procedimentos realizados nos centros franceses de referência em tratamento de dores da coluna. Com a experiência de milhares de casos de sucesso é uma referência nacional na sua especialidade.
Curriculo Resumido:
  • Especialista Diplomado em Ortopedia e Traumatologia pela Université Claude Bernard – Lyon 1 – França.
  • Residência em Ortopedia no Pavillon T do Centre Hospitalier Universitaire Edouard Herriot – Lyon – França.
  • Residência em Cirurgia da Coluna Vertebral no Centre Medico-Chirurgical Des Massues – Lyon – França.
  • Membro da Societé Française de Chirurgie Orthopédique et Traumatologique – SOFCOT.
  • Especialização em Cirurgias Ligamentares da Coluna Vertebral. Clinique Saint Martin – Pessac – França.
  • Especialização em Cirurgias Mini-invasivas. CHU Pellegrin – Université de Bordeaux – França.
  • Fellow-Research em Biomecânica da Coluna Vertebral. Centre Des Massues – Lyon – França.
  • Especialização em Medicina Intervencionista da Coluna. Hôpital Civil – Université de Strasbourg – França.
  • Especialização em Neuroestimulação Medular. Hôpital Neurologique Pierre Wertheimer – Lyon – França.
Referências:
Sluijter ME, Cosman ER, Rittman WB, Van Kleef M. Pain 1998b;11:109–17.
Cahana A, Van Zundert J, Macrea L, van Kleef M, Sluijter M.Pain Med 2006;7:411–23
Cosman Jr ER, Cosman Sr ER. Pain Med 2005;6:405–24
Coster HGL. European Biophysics Journal 2009;39: 185-18

Nenhum comentário:

Postar um comentário