terça-feira, 31 de agosto de 2010

RIZOTOMIA PERCUTÂNEA POR RADIOFREQUÊNCIA É SUPERADA PELA NEUROPORAÇÃO

Novas técnicas tem tornado os procedimentos de tratamento das dores da coluna muito mais seguros e eficazes. Até pouco tempo, considerado um procedimento de eleição para muitas dores na coluna, a rizotomia teve seus resultados superados pela NEUROPORAÇÃO, que hoje se apresenta como melhor tratamento para as dores da coluna na maior parte dos casos.

No CENTRO MÉDICO DA COLUNA VERTEBRAL, oferecemos ambas as técnicas - RIZOTOMIA e NEUROPORAÇÃO, com resultados satisfatórios, com real percepção de uma superioridade da NEUROPORAÇÃO.



Centro Médico da Coluna Vertebral
Torre Saúde São Mateus
Av. Santos Dumont, 5753, Sala 206
Fortaleza - Ceará - Brasil
Fone/Fax: (85) 3265 8300 e (85) 3242 9263
http://www.centromedicodacoluna.com.br/

CIRURGIA DA COLUNA VERTEBRAL: FORTALEZA TEM CENTRO DE EXCELÊNCIA

Os problemas da coluna costumam ser complexos e necessitam de uma avaliação diferenciada, sem pressa e minuciosa. Com atendimentos rápidos e descuidados é impossível uma completa investigação destes casos, o que leva ao surgimento de indicações errôneas, com prejuízo dos pacientes.

Para praticar a medicina e cirurgia da coluna vertebral como ela deve ser, organizamos um serviço multidisciplinar único da região, para aqueles que valorizam a qualidade de atendimento médico.

Surgiu o CENTRO MÉDICO DA COLUNA VERTEBRAL.



RÁPIDO AGENDAMENTO DE CONSULTA

Nossos pacientes não esperam, pois quem tem dor, tem pressa!
Atendemos na brevidade necessária, e temos capacidade para atendimentos imediatos de casos urgentes.

CONFORTO E PRATICIDADE

Estamos instalados em um complexo médico-hospitalar com estacionamento amplo e seguro, acesso aos mais sofisticados exames diagnósticos e capacidade de realização imediata de procedimentos terapêuticos de urgência.

AVALIAÇÃO CLÍNICA RIGOROSA

Usamos uma metodologia completa e sistematizada de avaliação clínica.
Seguimos padrões internacionais, e nosso atendimento é melhor, ou igual, aos oferecidos nos maiores serviços de coluna do mundo.

TECNOLOGIA AVANÇADA

Softwares exclusivos permitem determinar, com exatidão, zonas de instabilidade, anormalidade e inflamação.

Técnicas intervencionistas e mini-invasivas permitem maior precisão nos tratamentos.

HONESTIDADE E EFICÁCIA TERAPÊUTICAS

Aqui, dizemos sempre a verdade, explicamos a realidade de seu problema e realizamos apenas técnicas clínicas ou cirúrgicas que possam resolver o seu problema de uma forma eficaz, com menores riscos e máximo benefício.

ATUALIZAÇÃO PERMANENTE

Alinhados aos maiores serviços do mundo, estamos em constante aprimoramento e contato com os avanços de nossa especialidade, através de congressos e formações internacionais.

Centro Médico da Coluna Vertebral
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ESPECIALISTA EM FIBROMIALGIA: UM SERVIÇO DO CENTRO MÉDICO DA COLUNA VERTEBRAL

Sob a coordenação do Dr. Henrique da Mota , o CENTRO MÉDICODA COLUNA VERTEBRAL oferece serviço especializado em fibromialgias e dores miofasciais.

Dados sobre a fibromialgia.

Os dados epidemiológicos referentes à prevalência da fibromialgia são variáveis, de acordo com diferentes estudos, dependendo da população avaliada, dos autores e da metodologia aplicada.

Em estudos norte-americanos e europeus a prevalência encontrada foi de 2,1% na prática clínica de família, 5,7% na clínica geral, 5% a 8% em pacientes hospitalizados e chegando a 14% a 20% dos atendimentos em reumatologia.

Existe forte predominância do sexo feminino (80% a 90% dos casos), com um pico de incidência entre os 30 e os 50 anos de idade, podendo manifestar-se em crianças, adolescentes e indivíduos mais idosos.

A doença acomete mais freqüentemente pessoas de melhor nível social e educacional.

O QUE É ACUPUNTURA E O QUE ELA PODE FAZER POR VOCÊ!

A Acupuntura é a estimulação de pontos corpóreos, através de agulhas de finíssimo calibre, objetivando a obtenção de efeitos terapêuticos específicos.



Embora nem todos os efeitos da Acupuntura estejam sumariamente descritos sob a ótica da medicina ocidental, estudos científicos diversos demonstraram e comprovaram de forma irrevogável através de testes laboratoriais e exames tomográficos funcionais que esta é capaz de tratar estados álgicos (dolorosos), inflamatórios, neuropatias, dores miofasciais, alterar o metabolismo endócrino (hormonal), ativar o sistema imunológico (defesas) e modular a atividade do sistema nervoso autônomo (sono, concentração, memória, etc.). Efeitos estes com enorme potencial no tratamento da saúde e na promoção da qualidade de vida do pacientes.

Os fundamentos terapêuticos da Acupuntura são hoje explicados através da neurologia, da imunologia e da endocrinologia; o que permitiu a constituição da Acupuntura em uma Especialidade Médica reconhecida pela Organização Mundial de Saúde e pelo Conselho Federal de Medicina.

O mecanismo pelo qual o efeito da acupuntura se dá é complexo e exige conhecimentos integrados de anatomia, histologia, fisiologia e patologia humanas. Resumidamente, os estímulos adventos da inserção da agulhas feitos em regiões neurorreativas específicas (“pontos de acupuntura”), são detectados pelo sistema nervoso central.

Isto provoca uma resposta neuromoduladora periférica e central, uma nova adaptação neurofisiológica que se expressa no local da inserção da agulha, na medula espinhal e no sistema nervoso central. Tudo isto resulta na liberação de variadas substâncias (principalmente neurotransmissores) que ativam processos fisiológicos corporais cujos efeitos normalizam as funções motoras, sensoriais, autonômicas, neuroendócrinas, imunitárias, facilitam o controle e a expressão emocional, além das regularizar as atividades do sistema nervoso central.

Atualmente o termo “Acupunturologia” é usado para distinguir a especialidade médica que se dedica ao estudo e pesquisa dos conhecimentos oriundos Medicina Tradicional Chinesa (MTC) contemporaneamente investigados e comprovados à luz da metodologia científica, através de modelos de pesquisa básica em laboratório e estudos clínicos controlados utilizados pela Medicina Ocidental Moderna. Entendemos que o termo Acupuntura Médica é claro, objetivo e deve ser amplamente utilizado para diferenciar a prática médica da acupuntura daquela praticada por outros setores da sociedade, por entendermos que:

- A arte diagnóstica médica, quer seja esta apenas a luz da MTC ou em associação com a Medicina Ocidental Moderna, é atribuição específica da classe médica regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina;

- A prática de qualquer tratamento médico exige conhecimentos específicos sobre todas as áreas do saber médico e não somente de uma única especialidade;

- A Acupuntura é um Ato Médico;

- Nenhum procedimento, quer seja diagnóstico ou terapêutico, é isento de riscos e complicações inerentes a cada um deles;

- Somente médicos estão capacitados para lidar com os quadros citados acima valorando e preservando a integridade da vida humana.

Desaconselhamos a busca de tratamento utilizando as técnicas diagnósticas e terapêuticas de Acupuntura por indivíduos não-médicos.

Antes de iniciar qualquer tratamento procure seu médico.



Dr. Alexandre H. Eller, MD
Médico do Centro Médico da Coluna Vertebral
Membro do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura

Centro Médico da Coluna Vertebral
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Sites sugeridos:
http://www.cmacupuntura.org.br/
http://www.smba.org.br/
http://www.medicalacupuncture.org/
http://www.medical-acupuncture.co.uk/
http://www.amba.org.br/

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

DRÁUZIO VARELA: OS PERIGOS DE ANTIINFLAMATÓRIOS E OUTROS REMÉDIOS

Automedicação e autoprescrição


Dr. Anthony Wong é médico pediatra e toxicologista no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

Diferença entre remédio e veneno está na dose

Drauzio – Todos os medicamentos têm efeitos colaterais ou há remédios sem essa característica?

Anthony Wong – Há uma frase de Paracelso, um famoso cientista suíço do passado, que ajuda a clarificar esse assunto: “Não há nada na natureza que não seja venenoso. A diferença entre remédio e veneno está na dose de prescrição”. A água, por exemplo, pode ser tóxica. Os afogamentos são causados por excesso de água e ela é um elemento de considerável importância nos casos de edema cerebral e pulmonar.

Seguindo a mesma linha de pensamento, por estranho que pareça, o veneno mais perigoso do mundo, a toxina botulínica, é usado hoje com efeitos terapêuticos e estéticos no botox.

Vale, então, o alerta para as pessoas que consideram inócuos os analgésicos e os antiinflamatórios porque a maioria é de prescrição livre. O ácido acetilsalicílico (AAS) indicado nos casos de reumatismo e para prevenir problemas cardíacos, se usado na vigência de certas viroses infantis, pode precipitar uma lesão hepática grave.

Antiinflamatórios e analgésicos: contra-indicações

Drauzio – Quais as principais contra-indicações dos antiinflamatórios, medicamentos vendidos livremente nas farmácias?

Anthony Wong – O diclofenaco é o campeão de vendas de remédios no Brasil. Há pelo menos 40 marcas diferentes e ele é realmente útil para uma série de doenças podendo substituir o AAS no tratamento de entorses e dor nas juntas. Até para dor de garganta ele vem sendo usado ultimamente. Consumido em doses maiores, porém, ele aumenta a incidência de sangramentos gastrintestinais. E tem mais: muitos pacientes com dores reumáticas ou musculares, além de antiinflamatórios, tomam analgésicos para obter alívio maior da dor. Essa associação do diclofenaco (presente nos antiinflamatórios) com o paracetamol (substância encontrada em diversos analgésicos) aumenta o risco de lesões nos rins, especialmente nas pessoas acima dos 40 anos. Tais lesões chegam a ser tão graves que podem provocar parada da função renal. Por isso, a Associação Americana de Nefrologia já emitiu vários pareceres sobre o uso do paracetamol, pois associado a qualquer antiinflamatório pode aumentar a incidência de doença renal grave que, entre 10% e 30% dos casos, exige diálise.

Estudos epidemiológicos europeus e americanos já comprovaram esse fato. Portanto, o paracetamol deve ser usado com cautela e por tempo determinado e, se possível, procurar alternativas para sua indicação.


Riscos advindos do uso do paracetamol ou acetaminofeno

Drauzio – Quais são os principais cuidados que se deve tomar com o uso do paracetamol? (É importante observar que, por razões óbvias, não citamos os nomes comerciais dos medicamentos, mas basta ler os rótulos para saber a substância que eles contêm.)

Anthony Wong – O paracetamol ou acetaminofeno, como é conhecido nos Estados Unidos, é um remédio extremamente útil nos casos de febre e dor, mas há outros medicamentos no mercado (inclusive o AAS) mais eficazes do que ele. No entanto, nos Estados Unidos, até bem pouco tempo, ele era praticamente o único antipirético e analgésico indicado o que provocou falsa sensação de segurança e seu uso se popularizou nos outros países. O problema é que, como seu efeito analgésico é menos eficiente, a tendência é aumentar a dosagem, podendo provocar, assim, além de lesão nos rins uma lesão hepática irreversível que pode até exigir o transplante desse órgão. E não é difícil alcançar essa superdosagem porque ele é um analgésico menos ativo e está presente em outros medicamentos como acontece com quase todos os antigripais.

Um adulto não pode tomar mais de 4 gramas de paracetamol por dia. Se tomar dois comprimidos de 750mg, porque um é pouco para combater a dor que está sentido, já ingeriu 1,5g. Depois, ele decide tomar dois comprimidos do antigripal mais vendido no mercado que tem 400mg de paracetamol cada um. Repetindo a medicação três vezes num mesmo dia, o risco de intoxicar-se aumenta consideravelmente.

Se a pessoa tiver ingerido mais de três doses de álcool, se estiver vomitando há mais de doze horas, com diarréia há mais de 48 horas, febre acima de 39,5 graus, ou estiver com certas doenças tropicais, especialmente dengue, deve tomar paracetamol com muito cuidado porque essa substância pode provocar lesões hepáticas com mais facilidade.

Drauzio – Vamos repetir essa informação porque ela é muito importante. As pessoas que beberam demais na noite anterior, que estão com diarréia há mais de 48 horas ou estejam vomitado intensamente há mais de 12 horas, pessoas desnutridas ou com doenças tropicais como a dengue, por exemplo, ou que tiveram ou têm hepatite B e C, devem ter cautela ao usar qualquer formulação que contenha paracetamol.

O estranho nisso tudo é saber que o Ministério da Saúde recomendava receitar esse medicamento para as pessoas com dengue, já que a aspirina era contra-indicada nesses casos. Na última epidemia da doença no Rio de Janeiro, encontrei uma menina que tomava dois comprimidos de paracetamol de 750mg de cada vez e, no espaço de poucas horas, havia tomado 12 comprimidos, portanto 9 gramas do remédio, porque a febre não baixava, correndo o risco de precipitar um problema hepático muito sério.

Anthony Wong - Até o ano de 2001, essa era realmente a orientação do Ministério da Saúde. Aí começaram a aparecer episódios inexplicáveis de lesão hepática com suspeita de que tivessem sido provocados por excesso de paracetamol e o Ministério já se manifestou a respeito afirmando que a dipirona também pode ser recomendada.

Por isso, volto a repetir que remédios considerados seguros outrora, hoje, à luz de novas evidências epidemiológicas, devem ser usados com cuidado. Tanto isso é verdade que recentemente médicos americanos fizeram um apelo veemente ao FDA (Food and Drugs Administration) para que os produtos contendo acetaminofeno recebam tarja preta e o aviso: “Se estiver tomando outro remédio que contenha acetaminofeno, cautela: este produto também contém essa substância).


Vantagens e desvantagens da dipirona

Drauzio - Acho curioso receitar paracetamol se existe a dipirona, um analgésico e antitérmico bastante seguro e eficaz.

Anthony Wong – Provavelmente o Brasil seja um dos maiores consumidores de dipirona do mundo, mas há a suspeita de que ela possa causar algumas doenças, felizmente não muito freqüentes, como alterações da medula óssea, o órgão formador de sangue. Além disso, nos Estados Unidos foi levantada a possibilidade da vinculação da dipirona com a agranulocitose, ou seja, a diminuição dos glóbulos brancos. Em 1986, porém, um grupo de pesquisadores europeus fez um trabalho internacional com mais de 23 milhões de pessoas analisando a dipirona, o paracetamol ou acetaminofeno e o AAS quanto à incidência de doenças como aplasia medular e a agranulocitose a conclusão foi que a pesquisa original americana tinha sido mal conduzida.

De qualquer forma, isso não isenta completamente a dipirona de apresentar efeitos colaterais como a diminuição mais acelerada da temperatura e o aumento da sensação de fraqueza. Além disso, existem pessoas alérgicas a essa substância. Resumindo: analgésicos, antiespasmódicos, remédios para gripe, como quaisquer outros, devem ser usados com cautela porque não existe medicamento que esteja livre de efeitos colaterais indesejados.


Excesso de medicamentos na terceira idade

Drauzio – Pessoas mais velhas, em geral, necessitam tomar vários medicamentos. São remédios para baixar o colesterol, controlar a pressão, o diabetes e as dores reumáticas. Muitas chegam a tomar de 10 a 15 comprimidos por dia. Se considerarmos que os problemas de visão e de memória se acentuam com a idade, qual a conseqüência do uso indevido de medicação na terceira idade?

Anthony Wong – Não gostaria de ser alarmista, mas infelizmente tenho que citar dados da literatura e da experiência pessoal. Embora seja pediatra, no departamento de toxicologia tratamos de pessoas de todas as idades e nas reuniões científicas internacionais de que participamos são discutidos casos independentemente da faixa etária que atravesse o paciente.

A medicação inapropriada, a automedicação e a autoprescrição, principalmente na terceira idade, é uma causa importante de morte. Um trabalho publicado recentemente na Finlândia mostrou que quase 25% das mortes de pessoas acima de 60 anos resultavam do acúmulo ou uso indevido de medicamentos. Há outros estudos afirmando que os eventos adversos aumentam conforme cresce o número de remédios prescritos. Se a pessoa estiver tomando cinco remédios, a incidência é menor do que 1%. De cinco a dez, passa para 8% e de dez a quinze, para 25%. Mais do que quinze, atinge 43%, quase a metade dos pacientes. Realmente, visão e memória comprometidas agravam a situação, mas esse não é o único ponto a considerar. Como os sintomas são diversos, a pessoa acaba consultando três ou quatro médicos diferentes e se esquece de contar para cada um deles o que o outro prescreveu. Resultado: a pessoa chega a tomar um número absurdo de comprimidos num único dia. Além disso, e infelizmente, muitos médicos não conhecem a interação dos medicamentos e sequer lêem a bula que acompanham os remédios.

Sabe por que, sendo pediatra, enveredei pelos caminhos da toxicologia? Por uma experiência que tive na UTI do Hospital das Clínicas. Uma garotinha de quatro meses foi internada com infecção. Demos-lhe um antibióticos dos mais potentes da época e a doença regrediu. Todavia, apesar do hemograma quase normal, ela continuava muito abatida. A conduta médica indicada em casos como esses é averiguar a existência de outras doenças que justifiquem o quadro. Para tanto, é preciso começar da estaca zero. A medicação foi reduzida a um antibiótico e a um remédio contra a dor e reintroduziu-se a alimentação normal da criança que, em 36 horas, estava disposta e corada.

É uma pena, mas isso acontece muitas vezes nos hospitais. No afã de combater uma doença, usamos remédios demais que interferem um no metabolismo do outro e acabam intoxicando ou neutralizando seus efeitos. Por isso, é sempre importante repensar a terapêutica adotada.


Vitaminas: a polêmica está criada

Drauzio – Gostaria de abordar um assunto bastante polêmico. O ácido fólico é uma vitamina importante durante a gravidez porque previne formações inadequadas do tubo neural, isto é, do sistema nervoso da criança. No entanto, se o fumante toma betacaroteno, aumenta a possibilidade de contrair câncer de pulmão. Como você vê essa vitaminoterapia que se transformou numa coqueluche, não só no Brasil, mas nos Estados Unidos e Europa também?

Anthony Wong – Tudo pode ser veneno. A mesma substância que, usada nas doses e momentos certos, é remédio, se usada inadequadamente, pode ser veneno. Isso vale inclusive para as vitaminas. Estudos epidemiológicos e sistemas de análises clínicas cada vez mais aperfeiçoados mostraram coisas que não sabíamos. Por exemplo, as megadoses de vitaminas não previnem nem curam doenças. Ao contrário, podem até fazer mal. Durante muito tempo, acreditou-se que as oito vitaminas que participam da composição do complexo B não seriam tóxicas. Depois, descobriu-se que a tiamina, a piridoxina, o ácido nicotínico e a niacina, quando acumulados, eram potencialmente tóxicos. Hoje se sabe que a superdosagem desses elementos pode causar uma série de problemas sérios.

Drauzio – Quais os cuidados que se devem tomar com a vitamina C?

Wong – Antigamente, a única indicação da vitamina C era para prevenir o escorbuto, a doença dos marinheiros que ficavam muito tempo em alto mar sem ingerir alimentos frescos. Depois, ela começou a ser conhecida como uma vitamina segura e com propriedades antioxidantes ajudando na prevenção de diversas doenças, entre elas o câncer. Estudos realizados há 5 anos na Inglaterra revelaram que em doses inferiores a 200mg, ela realmente pode ser benéfica. Em doses superiores a 250mg, porém, o efeito antioxidante desaparece e quebram-se as pontes dentro da molécula de DNA, o nosso arquivo genético. Tanto isso é verdade que hoje há consenso de que as megadoses são desaconselhadas uma vez que a quantidade de vitamina C existente na alimentação é mais do que suficiente para preencher nossas necessidades diárias.

Drauzio – Você receita vitaminas para uma pessoa que tenha uma dieta normal?

Wong – Só receito para crianças abaixo de dois anos porque elas tomam pouco sol. Na realidade nem haveria muita necessidade, mas a mãe fica mais tranqüila.

Na adolescência, principalmente para as meninas, é importante dar uma reposição de ferro porque, estimuladas pelas manequins excessivamente magras, deixam de lado uma alimentação equilibrada e podem desenvolver anemia.

Por outro lado, não se pode negar que a vitamina A é útil para a visão e o betacaroteno, um bom antioxidante. No entanto, excesso de vitamina A pode provocar hipertensão intracraniana, isto é, aumento da pressão dentro do cérebro, e a criança pode sofrer convulsões. Excesso de vitamina D também tem contra-indicações sérias. Pode aumentar a incidência de cálculos renais e em outros órgãos, e provocar ossificação exagerada, ou seja, o osso perde a flexibilidade e fica mais sujeito a fraturas. Num país ensolarado como o Brasil, a necessidade de doses extras de vitamina D é bastante pequena.

Drauzio – Como se deve orientar as mães que gostam de dar suplementos com ferro para as crianças?

Wong – Excesso de ferro é perigoso, pois pode provocar problemas no fígado e nos rins. Uma cientista brasileira publicou um estudo bem fundamentado relacionando o excesso de ferro na infância ao desenvolvimento da doença de Parkinson no futuro. Normalmente, o ferro presente nos alimentos é suficiente para preencher as necessidades infantis e não há necessidade de doses suplementares.

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SALTO ALTO PODE SER RUIM PARA COLUNA


O salto alto é conhecido como item de elegância pra mulher, mas as consequências podem ser irreparáveis.


O uso se reflete na pisada, no joelho, na tíbia, no quadril e claro, na coluna vertebral. Estudos afirmam ainda que o uso contínuo faz com que os músculos da panturrilha se encolham e se atrofiem, por isso quem usa sempre, sente dores ao usar sapato baixo.

Não interessa se é plataforma, agulha ou anabela, se tiver mais de 3 cm já começa a causar problemas físicos, e claro, quanto mais cedo começar a usar, mais cedo começam os efeitos colaterais.

O ideal é 2 a 3 cm acima do piso (por isso as rasteiras também são contra-indicadas pois causam muito impacto), e deixar os saltos mais altos para eventos esporádicos, e ainda sempre alongar a batata da perna, aquele alongamento feito com corda ou fita, deitada de costas e esticando a perna pra cima com essa ajuda.

Os saltos altos não dão estabilidade porque mudam o centro de gravidade pra frente, e ainda são grandes causadores dos entorses, além da fascite plantar, e os primeiros sintomas são dores no calcanhar, nas pernas e na coluna lombar.

Pra melhorar ainda mais o conforto e a saúde da coluna e geral, além de descer do salto, pode-se fazer um relaxamento com bolinhas de gude… rolando o pé…, ou o famoso escalda-pés e massagens.


Algumas dicas para escolher o calçado ideal:

- deve-se deixar um dedinho de folga entre o último dedo e a ponta do calçado;
- experimentar no final do dia, pois o pé incha ao longo do dia;
- experimentar sempre os 2 pés;
- andar com os 2 pés simulando sua caminhada normal;
- se o bico for fino, não deve apertar os dedos;
- solado o mais flexível possível;
- solado sempre anti-derrapante;
- nem largo, nem apertado: confortável;
- não ser de material duro;
- e… claro, preste atenção na altura do salto: não mais de 3 cm e não rasteirinha!

Tanto saltos muito altos, ou calçados sem salto nenhum (as rasteirinhas) podem ser prejudiciais à coluna vertebral, mas claro, não precisa ser tão radical, dá pra ter os 2 tipos mesmo assim, sómente cautela no uso... dá pra seguir a dica de levar sempre um mais confortável no carro, ou pra ir pro trabalho... pra viajar, e levar outro de salto ou rasteirinha e trocar no tempo ideal.


Distribuição do peso nos pés conforme a altura do salto:




Fonte: www.colunalegal.com.br


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QUANDO PROCURAR UM MÉDICO ESPECIALISTA EM COLUNA!

Se você responder sim a qualquer uma destas questões, você deve procurar um especialista em coluna.

1. A dor está se irradiando para a perna?
Se, além disso, a dor é persistente e severa, é sinal de que algo está comprimindo uma raiz nervosa que emerge na coluna e distribui-se na perna.

2. A dor na perna piora se você tentar erguer o joelho até o tórax ou girar a cintura?
Se isso acontece, há uma boa chance de você ter uma hérnia de disco.

3. Você teve dor forte nas costas após uma queda ou traumatismo recente?
Uma queda pode lesionar sua coluna. As chances de lesão aumentam se você sofrer de osteoporose.

4. Você teve dor significativa nas costas com duração maior que 3 semanas?
Muitas vezes a dor desaparece com tratamentos simples, entretanto, se a dor persistir, você deve procurar um especialista em coluna.

5. A dor nas costas piora quando você se deita ou lhe faz acordar durante a noite?
Isto pode ser sinal de uma infecção ou outro problema, principalmente se, além disso, você tiver febre.

6. Você está com problemas para urinar ou evacuar que já duram algum tempo?
Esse tipo de problema pode ter várias causas, mas algumas doenças da coluna podem provocar estas sintomas.

7. Você tem dormências ou fraqueza nas pernas quando caminha?
Isso pode ser causado por um estreitamento do canal onde passam os nervos. Isso chama-se estenose espinhal.

8. Você tem menos que 20 anos ou mais que 55 anos e apresenta dor na coluna ?
A dor nessa faixa etária pode estar associada com tumores, doenças reumáticas ou processos infecciosos, por isso vc deve procurar um especialista

9. Você está com dor cervical que irradia para membros superiores?
Isso pode ser um quadro de hérnia de disco cervical ou outra patologia que comprime a raiz nervosa

10. Você está apresentando dificuldade para deambulção e dor em membro inferior ?
Isso pode ser um estreitamento do canal cervical ou lombaR.


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FIBROMIALGIA: QUANDO TUDO DÓI!

A dor geralmente aparece nos ombros e braços, depois se espalha pelo corpo todo, chegando aos ossos, tendões, músculos e articulações. Pode se arrastar por dias, meses e até anos. Junto a esses sintomas pode vir um cansaço inexplicável, o sono que não relaxa.

Também há quem reclame de dificuldade de concentração, depressão, sensação de formigamento em braços e pernas, dores de cabeça e até de cólicas intestinais. Para se livrar do problema, o paciente costuma passar por vários especialistas, antes do diagnóstico de fibromialgia.

Essa demora em se chegar à conclusão de que as dores apontam para fibromialgia reside no fato de não haver nenhum exame laboratorial ou radiológico que comprove o diagnóstico, que é exclusivamente clínico e requer histórico e exame físico detalhados. Dessa forma, consultas médicas rápidas e baseadas em laudos de exames não trazem resultados, o que faz pacientes passarem por diversos médicos, realizarem uma série de exames sem chegarem a nenhum diagnóstico.

Entre os pacientes com o problema, 90% são mulheres. A causa é atribuída ao desequilíbrio de neurotransmissores responsáveis por inibir ou gerar a dor, como a serotonina. Há uma substância diretamente relacionada aos mecanismos da fibromialgia: é a substância P, do inglês Pain – que significa dor.

Pesquisas mostram três vezes mais substância P no organismo dos portadores da síndrome, além da queda na produção de serotonina. Há um excesso de agentes que enviam informações dolorosas, somado à redução nos níveis dos que suprimem a dor.

Gatilhos da dor

Acredita-se que há pessoas com predisposição genética para a fibromialgia, mas só manifestam a crise frente a desencadeantes. Os principais são: trauma físico ou emocional, doenças infecciosas (como gripe e hepatite C), perdas prolongadas de sono, grandes modificações hormonais e mudanças climáticas. Há estudos sugerindo que 60% dos portadores de fibromialgia têm familiares com a doença, ou ainda doenças relacionadas à serotonina.

O diagnóstico do problema é complexo. Exames radiológicos ou laboratoriais não revelam a síndrome, que tem seu diagnóstico exclusivamente clínico, por meio de história e exame físico detalhados e a palpação de ‘tender points’, ou pontos de tensão. Ao todo são 18 e o critério do Colégio Americano de Reumatologia para o diagnóstico é a presença de dor generalizada pelo corpo por pelo menos 3 meses e a presença de 11 em 18 tender points.

Tratamento e prevenção

Não há vacinas ou outros métodos que possam prevenir o surgimento da doença. O que se pode fazer é adotar atitudes simples que tornem as circunstâncias menos favoráveis à fibromialgia, o que não garante estar fora de perigo.

O importante para quem tem a síndrome é manter a qualidade de vida, uma vez que até o momento não há cura. Muitos dos sintomas podem ser amenizados contando com a ajuda de medicamentos e terapias como a acupuntura, sessões de relaxamento e massagem.

Dieta: há expectativa com relação às fontes de triptofano, o aminoácido precursor da serotonina, que ajuda a inibir a dor. Esse aminoácido apresenta-se em quantidade insuficiente no organismo dos portadores da síndrome. O triptofano pode ser encontrado na banana, milho, arroz integral, legumes, leite e mel.

Exercícios físicos: músculos sem treinamento são mais vulneráveis a lesões e, por consequência, a desencadear traumas capazes de impulsionar o desenvolvimento da fibromialgia. A recomendação é a realização de exercícios físicos de caráter lento e progressivo, individualizados e sob a orientação de profissional especializado.

Estresse: procure afastar-se das fontes de estresse e desenvolver melhores formas de administrá-lo como técnicas de respiração, yoga, meditação e acupuntura. As pessoas estressadas sofrem mais com a dor, insônia e irritabilidade, fatores que podem desencadear a fibromialgia.
Sono: perder várias noites de sono pode se tornar fonte de fadiga e dor. O mais indicado é estabelecer um horário para dormir e evitar bebidas que contenham álcool e cafeína e a prática de exercícios físicos exaustivos à noite.

Antecedentes familiares: quem tem familiares com fibromialgia deve manter dieta balanceada, praticar exercícios e ter boas noites de sono. Se a dor aparecer, esqueça os analgésicos e procure um especialista no assunto. O tratamento precoce pode evitar a dor crônica.

Fonte: Site Hospital Albert Einstein/SP

Onde Buscar Tratamento

O CENTRO MÉDICO DA COLUNA VERTEBRAL oferece um tratamento especializado para pacientes com FIBROMIALGIA E DORES MIOFASCIAIS.

Unindo uma equipe multidisciplinar com ortopedista, ginecologista, acupunturista, psicólogos e fisioterapeutas, somos capazes de obter grandes índices de satisfação nestes casos de difícil tratamento.

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TRATAMENTO DA HÉRNIA DE DISCO

A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 80% dos adultos sofrerão pelo menos uma crise aguda de dor nas costas durante a vida e, desses, 90% terão mais de um episódio. As causas são variadas, mas em grande parte decorrem de alterações e desgastes dos discos intervertebrais, que permitem a flexibilidade da coluna e agem como amortecedores de impactos e lesões. Entre esses problemas está a hérnia de disco, que afeta 5,4 milhões de brasileiros, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A hérnia se origina do rompimento da parte externa do disco intervertebral. Isso faz com que seu núcleo, que tem uma textura gelatinosa, desloque-se em direção ao canal da medula, podendo comprimir estruturas nervosas e provocar dores intensas. Essas dores são localizadas ou irradiadas para pernas e pés e levam o nome de dor ciática.

Fatores genéticos podem ter certa influência no desenvolvimento do processo, mas o fator preponderante é o enfraquecimento da musculatura decorrente da vida sedentária. O tabagismo também pode aumentar as chances de desencadear hérnia de disco.

Se a falta de atividade física está na raiz da maioria das ocorrências, sua prática de maneira inadequada ou exagerada também é frequentemente associada ao processo. Levantar pesos dobrando a coluna em vez das pernas, realizar sem cuidado movimentos de rotação e esforço ou praticar esportes de impacto, como tênis e squash, são condutas que aumentam a probabilidade de hérnia.

O diagnóstico é feito por meio de exames de tomografia computadorizada ou ressonância magnética. Em 98% dos casos o tratamento é relativamente simples. Repouso, analgésicos e anti-inflamatórios costumam ser eficazes na reversão do quadro

A cirurgia para descompressão das estruturas nervosas só é indicada quando a dor se mantém inalterada, mesmo com medicação, ou quando a pessoa apresenta problemas como perda de força para subir uma escada. A maioria das técnicas cirúrgicas é minimamente invasiva e o paciente pode retornar à rotina em poucos dias. Nos casos em que a hérnia de disco leva à instabilidade da coluna, poderão ser indicados procedimentos mais complexos, como a artrodese, em que a coluna é fixada com utilização de hastes e parafusos metálicos. Algumas instituições seguem protocolos rígidos para a recomendação da artrodese, tornando a indicação do procedimento bastante restrita. Já a técnica de substituição do disco intervertebral por prótese deve ser vista com reservas. Ainda não há total segurança de que ela apresente melhores resultados do que as técnicas convencionais. Portanto, ao receber um diagnóstico apontando a necessidade de uma cirurgia mais complexa, é recomendável que o paciente busque a opinião de outros especialistas.

Para evitar novas ocorrências, é recomendável que fortaleça a musculatura com atividades físicas moderadas e orientadas. Dependendo do caso, reduzir o peso, deixar o cigarro e modificar hábitos posturais contribuem para esse resultado.

Fonte: Site Hospital Albert Einstein/SP

Centro Médico da Coluna Vertebral
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POSTURA NO TRABALHO E DORES NA COLUNA

É comum a relação entre a adoção de posturas erradas durante nosso dia-a-dia de trabalho e as dores na coluna vertebral. Atender telefones, digitar e escrever e pensar ao mesmo tempo é uma forma de sobrecarga física e mental que facilita o surgimento de dores. Por isso, cuidado e atenção no seu comportamento durante sua jornada de trabalho.





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UM TERÇO DOS BRASILEIROS SOFRE COM DORES NA COLUNA

A dor nas costas é a doença crônica mais comum entre os brasileiros. É, também, a menos tratada, apesar de ser percebida precocemente. O problema afeta 36% da população, e 68% dos atingidos buscam tratamento.

Os dados são de um estudo inédito feito pela Escola Nacional de Saúde Pública, ligada à Fiocruz. Os pesquisadores entrevistaram 12.423 pessoas com mais de 20 anos, de todas as regiões do Brasil. As informações foram levantadas em 2008 e podem ser extrapoladas para todo o país.


A descoberta da dor na coluna em idade precoce (aos 38 anos, em média) é uma das explicações para a menor busca por tratamento, se comparamos o problema com artrite e reumatismo, doenças que afetam 13% da população, e 78% desses pacientes se tratam.

No caso do problema na coluna, como a pessoa está em idade produtiva, deixa em segundo plano a necessidade de investigar as causas da dor. O fato de a doença não ter implicações imediatas na saúde do paciente também contribui.

"A pessoa não se percebe com limitação e não sabe quanto tempo vai levar para isso se tornar uma doença de base de fato. Sobre as doenças cardiovasculares se fala muito, a maioria sabe que podem causar sérias complicações", explica a epidemiologista Mônica Campos, uma das pesquisadoras.

A coluna é a segunda maior fonte de dor no mundo, atrás somente da cabeça. A Organização Mundial da Saúde estima que 80% da população mundial sofrerá ao menos um episódio de dor nas costas na vida.

Entre as principais causas estão tumores, cistos, lesões nos nervos, nas vértebras e nos discos e, principalmente, má postura, fraqueza dos músculos da região, tabagismo e obesidade.


"Os índices estão corretos, por uma razão simples: a coluna tem suas regras, e elas não são obedecidas. Isso torna o problema uma calamidade", diz o reumatologista José Goldenberg, professor da Unifesp e autor do livro "Coluna: Ponto e Vírgula" (ed. Ateneu).

As regras estão relacionadas ao estilo de vida do paciente, que contribui para o aumento de casos de dor nas costas: má postura, sedentarismo e obesidade estão ligados ao problema.

Imagem

Segundo Goldenberg, 80% das pessoas com dor melhoram com alterações nos hábitos.

"De cada dez pacientes que me encaminham para uma segunda opinião sobre cirurgia de coluna, nove não precisam. Essas pessoas não foram orientadas a parar de fumar, emagrecer, não receberam orientação psicológica. Querem tratar a imagem, o raio-X."

Para o ortopedista Sérgio Zylberstejn, presidente do Comitê de Coluna da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, essa dor é pouco compreendida, e os sintomas, minimizados. "Esse problema pode impactar na qualidade de vida do paciente, impedir a locomoção. O tratamento tem de ser dirigido para a causa, não para a consequência."

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domingo, 29 de agosto de 2010

CIÁTICA: IRRITAÇÃO E DOR NO NERVO CIÁTICO

O que é ciática

A ciática é dor na perna devido à irritação do nervo ciático. Essa dor geralmente vai da parte posterior da coxa até a parte posterior da panturrilha, e pode se estender até os quadris e pés. Em adição à dor, pode haver entorpecimento e dificuldade de movimentação e controle da perna.

Embora a ciática seja uma forma de dor relativamente comum, o verdadeiro significado do termo é muitas vezes mal compreendido. Ciática é a série de sintomas, e não o diagnóstico para o que está irritando o nervo e causando dor.

Causas da ciática

A ciática é geralmente causada pela irritação inflamatória da raiz do nervo na coluna lombar, e bem menos comum pela compressão do próprio nervo ciático.

Ciática também pode ocorrer durante a fase tardia da gravidez, seja como resultado do útero pressionando o nervo ciático, seja secundariamente em decorrência da tensão muscular ou compressão vertebral associados ao peso extra e mudanças de postura.

Tratamento da ciática

Uma vez que várias condições podem irritar as raízes do nervo ciático e causar ciática, as opções de tratamento geralmente diferem. O tratamento da causa por trás da irritação é geralmente a prática mais eficiente. Quando a causa é devida a uma doença do disco intravertebral lombar, pesquisas têm mostrado que, com o tratamento clínico e intervencionista há a recuperação em 90% dos casos.

A maioria dos casos de ciática pode ser tratada eficientemente com medicamentos orais ou injetáveis diretamente sobre a coluna, sem a necessidade de cirurgia, indicada menos de 10% dos casos, também com bons resultados.

O mais importante é que se evite excessos de analgésicos e que não sejam feitas fisioterapias nos quadros agudos, uma vez que fisioterapia é método sem nenhuma utilidade na existência de uma quadro inflamatório agudo ou crônico, devendo ser usada apenas para recuperação de força muscular em um momento oportuno e que deve ser ordenado pelo médico especialista.


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sábado, 28 de agosto de 2010

Mochila e o risco à saúde dos estudantes

Todo início de ano letivo, alunos de escolas particulares e públicas voltam aos bancos escolares, mas deve-se ter tempo para pensar sobre um tema muito importante para a saúde de crianças e adolescentes: a escolha da mochila.

Os pais precisam ficar atentos para os riscos de uma mochila inadequada, desproporcional e muito pesada. Para enumerar apenas alguns “efeitos colaterais” de uma mochila errada, cito dores nas costas, postura incorreta e desvios na coluna vertebral. O peso em excesso, por exemplo, pode dar origem a danos vitalícios, sobretudo comprometer a qualidade de vida e a mobilidade futura. Os males mais comuns do excesso de peso são a cifose (corcunda), a escoliose (desvio lateral) e a lordose (desvio para cima no final da coluna). Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 85% das pessoas sentem dores nas costas decorrentes de problemas na coluna. E essa dor pode estar relacionada com o peso da mochila utilizada na infância e adolescência.

O risco apresentado pelas mochilas não reside apenas em modelos inadequados, mas na forma como são utilizadas. Um dos erros mais frequentes acontece quando o estudante utiliza apenas uma das correias no ombro e sobrecarrega um lado do corpo. A maneira correta é utilizar duas correias. Além disso, é preciso arrumar os objetos dentro da mochila de forma a que os itens mais pesados estejam no fundo e próximos ao corpo. A moda sugere que as alças da mochila fiquem compridas, mas os pais precisam coibir essa posição. A mochila deve ser posicionada oito centímetros acima da cintura. Cabe aos pais lembrar que a questão é a saúde e não a moda! Uma referência essencial é que o peso da mochila não deve nunca ultrapassar o equivalente a 7% do peso da criança ou adolescente.

Um outro ponto relevante é o uso racional do material escolar. Os estudantes tendem a levar material que não precisam pela preguiça de arrumar diariamente a mochila apenas com livros e cadernos correspondentes às aulas do dia. Nesse caso, a minha sugestão é que as escolas pensem no modelo americano, no qual há divisões especiais das matérias diárias ou armários para que os alunos guardem alguns materiais escolares.

Além disso, o planejamento das aulas pode evitar que em um único dia da semana o aluno tenha que levar materiais de disciplinas diversas. A escola deve ser parceira dos pais para evitar que a criança carregue peso excessivo.

No que se refere ao modelo mais adequado, os pais devem incentivar os filhos a usar a mochila com rodinhas. Em resumo, na hora da compra atenção aos seguintes itens:


  • o tamanho da mochila deve ser adequado à estatura da criança, não ultrapassando os limites da cintura e dos ombros;




  • o peso da mochila vazia não deve superar um quilo;




  • as alças devem ter antichoques siliconados (enchimento interno de silicone) para maior conforto e cinta abdominal associada;




  • o estudante deve estar presente na hora da compra, assim os pais podem checar se o tamanho é adequado.



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    HÉRNIA DE DISCO: O MELHOR TRATAMENTO É AQUI!

    ESPECIALISTA EM COLUNA: CENTRO MÉDICO EM FORTALEZA É REFERÊNCIA EM DORES E DEFORMIDADES

    Único centro que une os trabalhos personalizados de uma equipe multiprofissional altamente especializada, hoje recebe pacientes que necessitam de tratamento personalizado de todo o país e do exterior.

    Nosso modelo de atendimento é exclusivo e voltado para a invidualidade de cada paciente. Nossa clientela é constituída de pessoas que valorizam a qualidade e sabem a importância dos resultados.

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    MOCHILAS E DORES NAS COSTAS

    A mochila escolar é uma maneira popular e prática de crianças e adolescentes carregarem seu material escolar. Quando utilizadas adequadamente, elas distribuem o peso em alguns dos mais fortes músculos do corpo.
    No entanto, utilizar mochilas escolares inadequadas ou muito pesadas coloca as crianças em risco de lesões articulares e musculares. Pode provocar dores nas costas, pescoço e ombros, além de problemas posturais.

    A seguir alguns conselhos para a utilização segura de mochilas escolares:

    PREFIRA MOCHILAS COM AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS:
    • Alças largas e protegidas (alças finas podem afundar nos ombros causando dor e restrição à circulação).
    • Duas alças no ombro (mochilas com apenas uma alça que correm nas costas distribuem o peso de maneira desigual).
    • Mochilas leves.
    • Mochilas com rodas (esse tipo de mochila pode ser uma boa escolha para estudantes que necessitam levar muito peso. Mas lembre-se: mochilas com rodas devem ser carregadas nas escadas).

    PREVINA-SE
    • Sempre utilize as duas alças. Colocar todo o peso em apenas um ombro pode causar danos musculares.
    • Ajuste as alças para que a mochila fique perto do corpo.
    • A mochila nunca deve pesar mais de 20% do peso do estudante.
    • Organize o conteúdo da mochila. Os itens mais pesados devem estar no centro da mochila.
    • Carregue apenas o estritamente necessário para o dia escolar.
    • Abaixe-se dobrando ambos os joelhos. Nunca curve apenas a cintura carregando uma mochila pesada.
    • Pratique exercícios que fortaleçam a musculatura das costas.

    Referências: American Academy of Orthopaedic Surgeons

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    BOA POSTURA NA SALA DE AULA: É DE PEQUENO QUE SE APRENDE

    Quase sempre podemos ver alunos mal posicionados nas carteiras escolares, com seus corpos soltos, escorregando as pernas para frente a fim de apoiar a cabeça no encosto da carteira.
    O hábito de ficar sentado de qualquer jeito, sem uma postura adequada para a coluna vertebral, faz com que as pessoas sintam fortes dores nas costas, na nuca e no pescoço e, muitas vezes, nos braços.
    É muito comum vermos uma uniformidade nos tamanhos e modelos das carteiras em uma mesma escola, para deixar os ambientes mais harmoniosos e bem decorados. Pelo contrário, as carteiras devem estar de acordo com o tamanho da faixa etária dos alunos, permitindo que seus pés toquem por completo ao chão, estando com a coluna apoiada no encosto da mesma e os braços possam ficar apoiados na altura normal, sem estar alto ou baixo demais.
    Se a criança fica mal sentada, com a coluna torta, o corpo mal disposto sobre a carteira, poderá criar vícios de postura que prejudicam sua saúde por toda a vida.

    Crianças aprendendo a manter uma boa postura
    Os professores devem ficar atentos a isso, principalmente com alunos que sentam ao lado da parede. Eles costumam apoiar-se na mesma, mantendo também uma posição errada de seu corpo.
    Muitas vezes vemos os alunos queixando-se de um excesso de cansaço e preguiça inexplicáveis para a idade em que se encontram, o que pode ser uma das grandes causas da má postura na escola.
    É importante que em casa tenham um horário permanente para dormir, a fim de que descansem o corpo e a mente para enfrentar o dia seguinte. Se o estudante não faz um repouso adequado, vai para a escola cansado e perde a concentração e a disposição para as aulas. Os pais devem ser rigorosos quanto a esse aspecto, pois o processo ensino-aprendizagem exige uma mente saudável e tranqüila, ou seja, descansada.
    Se a escola perceber que o aluno apresenta sérios problemas posturais, poderá indicar para a família do mesmo um especialista para amenizar o problema.

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    sexta-feira, 27 de agosto de 2010

    POSTURA NO COMPUTADOR E DOR NA COLUNA

    ACUPUNTURA E DOR NAS COSTAS

    As técnicas de acupuntura são benéficas nas dores musculoesqueléticas, concluiu a Associação Medica de Acupuntura, e, no Centro Médico da Coluna Vertebral, esta é uma das técnicas oferecidas.

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    O QUE É DOR NAS COSTAS


    O QUE É DOR NAS COSTAS?
    Esta DOR também é chamada principalmente de DOR NAS COSTAS, DOR LOMBAR ou LOMBALGIA.

    Além destes nomes existem outros sinônimos usados popularmente como LUMBAGO, DOR NA CINTURA, COLUNA TRAVADA e até o exótico ESPINHELA CAIDA.

    Geralmente a pessoa se queixa de uma DOR DIFUSA, na região baixa da coluna vertebral, próxima à cintura e acima das nádegas. (Esta região da coluna é chamada de COLUNA LOMBAR).

    A DOR no início pode ser leve e ir aumentando gradativamente, piora com os movimentos e melhora na posição deitada. A coluna parece "TRAVADA" e o doente , devido ao espasmo muscular na região lombar, anda com o corpo rígido ou encurvado. Aos mínimos movimentos surge uma DOR ou uma PONTADA e o doente pode referir uma "FALHA" na sua coluna ou nas pernas "é como se as pernas não agüentassem o peso do corpo".

    A DOR NAS COSTAS comum que todos nós conhecemos aparece principalmente pela manhã e melhora logo após você se levantar e começar a andar. Você sente DOR ao se curvar para lavar o rosto e sempre está em busca de uma melhor posição. Ela em geral desaparece e retorna no fim do dia e você não vê a hora de chegar em casa para tomar um chuveiro quente e se deitar, pois sabe que o alivio virá logo depois.

    Este quadro doloroso pode se tornar crônico e estar sempre presente ou desaparecer e reaparecer em intervalos variáveis. Ela surge após a pessoa ficar sentada ou de pé por algum tempo você pode até querer interromper uma conversa para encontrar um lugar onde se encostar durante uma viagem, quando se fica no carro parado no transito ou mesmo durante uma sessão de cinema. Você começa a entendê-la e sabe até prever em que situações ela reaparecerá. Em certos casos ela é tão freqüente que a pessoa se sente realmente doente, pode passar por períodos de DEPRESSÃO, torna-se ANTI-SOCIAL e mal humorado e às vezes se pergunta, será que eu tenho uma doença mais grave, pode ser CÂNCER?

    Estes doentes comparecem à consulta médica mostrando grande ansiedade e precisam reiteradamente ser convencidos que a sua DOR NAS COSTAS nada tem com CÂNCER.

    A DOR NAS COSTAS também pode ter início rápido e agudo, geralmente motivada por um movimento brusco referido como "MAU JEITO" ou queda.
    Esta DOR é intensa e o portador vê-se obrigado a ir para a cama e lá você fica imóvel, deitado, não conseguindo se levantar até para tomar um banho ou se alimentar.

    Esta dor afeta sempre um dos lados e dificilmente abrange os dois membros.
    Em geral começa na nádega, parte de trás da coxa e a panturrilha.
    Aos mínimos movimentos surge uma pontada extremamente dolorosa na nádega ou em algum local da perna. A elevação do membro é difícil ou mesmo impossível.

    Quando a DOR se irradia ou "caminha" para as coxas e pernas ela é chamada de DOR CIÁTICA, devido a uma irritação ou inflamação do NERVO CIÁTICO.

    Quando associadamente aparece FORMIGAMENTO ou PERDA DE FORÇA nas pernas ou PERDA DE SENSIBILIDADE, deve se tratar de lesões mais sérias, e o doente necessita urgentemente de uma consulta MÉDICA.


    A DOR NAS COSTAS TEM CURA?


    Esta é a pergunta mais importante, e a resposta é SIM.

    Na grande maioria dos casos, a DOR NAS COSTAS tem um caráter benigno e a sua recuperação é apenas uma questão de dias ou semanas, e a pessoa pode retornar ao trabalho com segurança.

    Também, com uma certa freqüência, ela pode retornar periodicamente através de crises de intensidade variável.

    Somente através de um correto tratamento PREVENTIVO é que se evitam estas crises repetitivas. A PREVENÇÃO É A CHAVE PARA O SUCESSO.

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    quinta-feira, 26 de agosto de 2010

    COLUNA NA GRAVIDEZ

    O sobrepeso durante a gravidez, aliado ao sedentarismo ou a alguma predisposição, ocasionam as temidas dores nas costas.

    Se 80% da população do mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), tem, teve ou terá pelo menos alguma situação de dor nas costas durante a vida, por causa dos maus hábitos, boa parte das gestantes está incluída nesta estatística. "A maioria das grávidas sente dor lombar. Esta é uma das reclamações mais comuns da gestação", confirma o fisioterapeuta Felipe Semman Nicodemos, da American Spinal Care (ASC), clínica especializada na reabilitação de problemas crônicos na coluna por meio de tratamentos não invasivos.
    De acordo com o livro Cure sua Coluna (Ed. Best Seller), do reumatologista e fisiatra Arnaldo Libman, cerca de 50% das futuras mamães sentem dores na coluna. E as razões, além das que acometem o grosso da população (sedentarismo e a sobrecarga nesta região do corpo por maus hábitos diários), estão diretamente relacionadas ao novo ser que está sendo gerado. A principal delas é o aumento natural do volume da barriga da mulher, que altera o centro de gravidade do corpo. Para manter o equilíbrio com as novas medidas abdominais que a empurram para a frente, ela acaba jogando os ombros para trás, ficando com aquele andar de "pato" característico.
    A carga extra na barriga da gestante puxa os principais pilares da coluna, as vértebras, para a frente, aumentando a lordose (curva normal da espinha). "A reação do organismo para compensar é tentar puxar as vértebras para trás, por meio dos músculos dessa região, o que gera tensão e sobrecarga muscular", explica o fisioterapeuta Semman, listando mais uma causa de dores nas costas durante a gravidez.
    As alterações hormonais também influenciam nas lombalgias das grávidas. A presença do hormônio relaxina, que aumenta em até dez vezes durante a gestação, atua nas articulações, relaxando ligamentos e tendões das estruturas ósseas da pelve e da coluna vertebral, para facilitar que a bacia se abra no momento do parto. Com os ligamentos frouxos, há uma sobrecarga na coluna e membros inferiores, ocasionando as tão incômodas dores.
    Grupo de risco. Mulheres que engravidam estando acima do peso e as que já têm histórico de problemas nas costas fazem parte do grupo que corre maior risco de sofrer dores durante os meses de formação do bebê. "Boa parte das mulheres com dor na coluna durante a gestação já sentia algo antes", informa o ortopedista da Clínica Lage, Juliano Lhamby, especialista em cirurgia da coluna. Porém, são as sedentárias as mais propensas a enfrentar incômodos nas costas por causa da falta de fortalecimento dos músculos.
    Foi o que aconteceu com a infectologista Emy Akiyama Gouveia, de 34 anos, na gestação da pequena Mei, hoje com 4 meses. Com uma rotina intensa de trabalho - muito tempo de pé em enfermarias e dirigindo horas entre sua casa na capital paulista e o hospital no ABC - e sem disposição para se exercitar, a médica padecia há tempos com incômodos no pescoço. "No terceiro mês, a barriga nem tinha aparecido direito e já sentia dores na lombar e na cervical", conta Emy, que fez hidroterapia (fisioterapia dentro d’água) durante toda a gravidez. "O alívio foi extraordinário, essencial para que eu conseguisse trabalhar os nove meses."
    O mais indicado é que a mulher procure se condicionar antes da gravidez, com exercícios físicos regulares, supervisionados por profissionais habilitados. Os grupos musculares que mais protegem a coluna são os abdominais: se forem fortalecidos e estiverem resistentes, aliviam a sobrecarga da região lombar. Os músculos das costas e da parte posterior das coxas também devem ser trabalhados. "A grávida tem de fazer atividade física como qualquer pessoa que queira se manter saudável", orienta o ortopedista Lhamby, destacando que é necessário que haja a liberação do ginecologista e a indicação de exercícios adequados à idade e necessidades da paciente.
    Atividades na água, como hidroginástica e natação, são muito indicadas para as gestantes, já que, na piscina, o peso de uma pessoa se reduz em aproximadamente 10%. Se a água estiver morna, há ainda o benefício do relaxamento muscular. Ioga, RPG, caminhadas, alongamentos e pilates também são muito indicados. "O pilates é uma técnica com alto índice de segurança, trabalha a flexibilidade, o controle respiratório e postural, o que é muito importante para as gestantes, devido ao aumento da lordose", opina o fisioterapeuta Semman.
    Nos casos de dores severas - quando estão presentes várias vezes ao dia, impedem de subir escadas, afetam o nervo ciático, são sentidas ao tossir ou espirrar, ou limitam períodos pequenos de pé ou sentada e caminhadas curtas - só um especialista poderá avaliar o quadro e indicar o tratamento. "Se a paciente tem hérnia de disco, por exemplo, muitas vezes temos de mantê-la meses em repouso, deitada", explica o ortopedista Lhamby. Nessas situações, a falta de atividade promove grande perda muscular, o que eleva a probabilidade de novas dores.
    Pós-parto. Posturas erradas ao amamentar, carregar o bebê, tirá-lo do berço, trocar fralda, dar banho, aliadas a pouco repouso e falta de exercícios físicos, também levam a nova mamãe sem dores na gestação a senti-las após o nascimento da criança. Quando a filha Olívia fez 5 meses, o incômodo na lombar apareceu e começou a perturbar a rotina da advogada Juliana Mollet, de 35 anos. Um mês depois, ela já não conseguia segurar a menina por muito tempo e tinha dificuldades para dar banho e amamentar. "Sou alta e tudo para bebê é muito baixo", reclama Juliana.
    Nem os anti-inflamatórios e as sessões de musculação indicados pelo ortopedista resolveram. "Sentia muita dor na musculação", conta ela, que já mancava e sofria de dores crônicas. A agonia só acabou com a hidroterapia, realizada com descrença por Juliana, que considerava, erroneamente, a atividade destinada a idosos ou portadores de paralisias. Com receio das dores na gestação do seu filho Benjamin, ela alternou a hidroterapia com aulas de pilates, obtendo excelentes resultados.
    CUIDE-SE SEMPRE
    Tente não permanecer de pé por muito tempo, mas, se for necessário, procure alternar o peso do corpo nos dois pés, colocando sempre um deles em um plano um pouco mais alto, como algum degrau ou caixa.
    E não se esqueça de manter a coluna ereta.
    Ficar sentada por longos períodos não é bom. Levante a cada hora para dar uma volta.
    Ao sentar-se, as costas precisam estar bem apoiadas no assento e o solado dos pés, em contato com o chão.
    Para usuárias de computador: o mouse precisa ficar na altura dos cotovelos dobrados.
    Quando estiver muito cansada, eleve as pernas com o auxílio de uma cadeira ou almofada. Isso facilita a circulação sanguínea, um cuidado importante na gestação, já que nesta fase há uma elevação do volume de sangue de 40% a 50%.
    Use sapatos de salto baixo e com bom suporte para todo o pé. Saltos altos favorecem a lordose, que, nas grávidas, já está aumentada pelo peso da barriga.
    Evite pegar peso. E se tiver de se abaixar para apanhar algo, não dobre a coluna. Flexionar os joelhos é o mais indicado.
    Não carregue bolsas muito pesadas. E procure alternar os ombros de sustentação, para não forçar apenas um lado.
    Elimine o cigarro totalmente, pois, além do prejuízo à circulação sanguínea, o tabagismo desidrata os discos que ficam entre as vértebras, aumentando as possibilidades de hérnias de disco e de muitas dores.
    Durma e repouse bastante, pois isso beneficia os discos intervertebrais. A posição do corpo durante o dia (de pé ou sentado) pressiona o disco e faz com que a água do seu interior migre para as vértebras. Na posição de sono, a pressão diminui e a água retorna para o corpo, promovendo sua recuperação.

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    quarta-feira, 25 de agosto de 2010

    ESPECIALISTA EM COLUNA: CENTRO MÉDICO EM FORTALEZA É REFERÊNCIA EM DORES E DEFORMIDADES

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    ARTRODESE DA COLUNA: A BOA INDICAÇÃO É A CHAVE DO SUCESSO

    As tecnologias cirúrgicas da coluna avançaram muito e facilitam a vida dos médicos e pacientes.

    Com uma boa indicação de artrodese da coluna, podemos resolver situações que não tiveram a possibilidade de cura pelas técnicas mais simples, como medicamentos, infiltrações e fisioterapias.

    Por vezes é chegado o momento em que a cirurgia se impõe como única solução, e fazê-la diante de uma real necessidade é a chave do sucesso, pois nestas situações a continuidade dos tratamentos não resolutivos pode até levar a um agravamento da situação do paciente.

    Por isso, é função de cada cirurgião saber o momento de seguir esta imposição da natureza.



    Centro Médico da Coluna Vertebral
    Torre Saúde São Mateus
    Av Santos Dumont, 5753, Sala 206
    Fortaleza - Ceará - Brasil
    Fone/Fax: (85) 3265 8300 e (85) 3242 9263
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    DOR LOMBAR E HÉRNIA DE DISCO: RPG, PILATES E CINESIOTERAPIA SÃO MAIS EFICAZES APÓS REALIZAÇÃO DE TÉCNICA DE NEUROPORAÇÃO

    Praticamente todas as técnicas de fisioterapia são otimizadas após a realização de uma NEUROPORAÇÃO. Após a conclusão deste tempo essencial, os fisioterapeutas trabalham com mais conforto e eficiência. Poupando tempo precioso do paciente e promovendo um rápido retorno às suas atividades normais.

    A decisão pela realização de uma dentre as diversas técnicas de fisioterapia vai depender de uma análise de condições biomecânicas dos pacientes, da idade dos pacientes, e da disponibilidade de tempo. Devemos entender que é importante que possamos contar com uma diversidade de tratamentos para sempre ter o melhor a oferecer a cada caso individual.


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    Veja ainda:

    DOR LOMBAR: FISIOTERAPIA APÓS INFILTRAÇÕES GUIADAS POR IMAGENS PRODUZ EFEITO DE MAIS DE 90% DE ALÍVIO EM 07 DIAS

    Com a união dos esforços da medicina intervencionista da coluna (que realiza bloqueios nervosos, intervenções cirúrgicas mini-invasivas ou percutâneas) e da fisioterapia, chegamos a sucessos em mais de 90% das vezes, o que se encontra bem superior aos resultados de fisioterapia isolada. Neste aspecto, a utilização de técnicas como a NEUROPORAÇÃO, produz uma aceleração e facilitação do trabalho da fisioterapia, seja através da cinesioterapia, RPG, pilates ou outras técnicas de reeducação.

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    FORTALEZA: EM COLUNA VERTEBRAL, ATENDIMENTO PERSONALIZADO GARANTE RESULTADO EFICAZ

    Os problemas da coluna costumam ser complexos e necessitam de uma avaliação diferenciada, sem pressa e minuciosa. Com atendimentos rápidos e descuidados é impossível uma completa investigação destes casos, o que leva ao surgimento de indicações errôneas, com prejuízo dos pacientes.

    Para praticar a medicina e cirurgia da coluna vertebral como ela deve ser, organizamos um serviço multidisciplinar único da região, para aqueles que valorizam a qualidade de atendimento médico.

    Surgiu o CENTRO MÉDICO DA COLUNA VERTEBRAL.

    RÁPIDO AGENDAMENTO DE CONSULTA

    Nossos pacientes não esperam, pois quem tem dor, tem pressa!
    Atendemos na brevidade necessária, e temos capacidade para atendimentos imediatos de casos urgentes.

    CONFORTO E PRATICIDADE

    Estamos instalados em um complexo médico-hospitalar com estacionamento amplo e seguro, acesso aos mais sofisticados exames diagnósticos e capacidade de realização imediata de procedimentos terapêuticos de urgência.

    AVALIAÇÃO CLÍNICA RIGOROSA

    Usamos uma metodologia completa e sistematizada de avaliação clínica.
    Seguimos padrões internacionais, e nosso atendimento é melhor, ou igual, aos oferecidos nos maiores serviços de coluna do mundo.

    TECNOLOGIA AVANÇADA

    Softwares exclusivos permitem determinar, com exatidão, zonas de instabilidade, anormalidade e inflamação.

    Técnicas intervencionistas e mini-invasivas permitem maior precisão nos tratamentos.

    HONESTIDADE E EFICÁCIA TERAPÊUTICAS

    Aqui, dizemos sempre a verdade, explicamos a realidade de seu problema e realizamos apenas técnicas clínicas ou cirúrgicas que possam resolver o seu problema de uma forma eficaz, com menores riscos e máximo benefício.

    ATUALIZAÇÃO PERMANENTE

    Alinhados aos maiores serviços do mundo, estamos em constante aprimoramento e contato com os avanços de nossa especialidade, através de congressos e formações internacionais.

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    DISCOGEL: UMA SOLUÇÃO TOTALMENTE INOVADORA E SEGURA PARA O TRATAMENTO DA HÉRNIA DE DISCO

    O DiscoGel é uma importante inovação no tratamento das hérnias de disco. Após uma avaliação rigorosa, temos a capacidade de indicar e realizar este procedimento intervencionista com grande sucesso. Trata-se de um método com injeção de etanol gelificado e tungstênio no núcleo discal, que causa o bloqueio das fibras inflamadas presentes nesta região, eliminando a necessidade de cirurgia grande parte das vezes. É um método que nos trouxe bastante sucesso. No caso de hérnias de disco com dores ciáticas persistentes, é uma excelente indicação. Associado a este método também dispomos de ampla gama de técnicas clínicas, intervencionistas e cirúrgicas. Uma delas pode ser a sua solução.

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    ESCOLIOSE: FORTALEZA TEM CENTRO DE REFERÊNCIA

    No CENTRO MÉDICO DA COLUNA VERTEBRAL temos a Unidade de Tratamento de Deformidades (UTDef/CMCV)

    O Centro Médico da Coluna Vertebral tem os melhores tratamentos para as deformidades da coluna, desde a confecção de coletes sob medida até as mais modernas cirurgias de correção das escolioses, espondilolisteses e outras alterações.

    Tratamos as escolioses e espondilolisteses em crianças e adultos, segundo as técnicas originais do maior centro de tratamento de escolioses da Europa, o Centre Medico-Chirurgical des Massues, de Lyon-França, escola de formação do Dr. Henrique da Mota.

    Usamos os melhores instrumentais importados da Alemanha e França, e obtemos os resultados esperados, com toda a segurança de uma experiência de mais de 1500 cirurgias.

    Com a recente aquisição de softwares de estudo tridimensional das deformidades, temos a capacidade de um melhor planejamento pré-operatório e simulação de resultados.

    Marque uma consulta e saiba o que existe de mais moderno no tratamento das escolioses, espondilolisteses e outras deformidades da coluna vertebral, na Unidade de Tratamento de Deformidades do Centro Médico da Coluna Vertebral (UTDef/CMCV), que atua nos dois maiores hospitais privados de Fortaleza: Hospital Monte Klinikum e Hospital São Mateus.


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    ARTRODESES, RIZOTOMIAS E DENERVAÇÕES: DORES NA COLUNA TRATADAS COM EXAGERO

    Não é de hoje que se nota um certo exagero na abordagem das patologias da coluna. Antes víamos claramente o exagero na realização de técnicas de fusão da coluna. Havia a idéia da necessidade da fusão para por fim ao movimento e à dor em determinadas zonas da coluna, mas isto não se mostrou sempre verdadeiro, e passamos a afinar nossas indicações.

    Percebeu-se que os nervos no entorno da coluna seriam os grandes responsáveis pelas dores e foram desenvolvidos vários procedimentos para estas estruturas. Foi um grande avanço, e muitas cirurgias deixaram de ser realizadas, mas houve um problema com o uso destas técnicas.

    Por pareceram fáceis, muitos médicos não especialistas, sem uma devida formação no campo da coluna vertebral passaram a realizar estas técnicas em dores cujo melhor remédio seria o tempo, apenas o tempo. Dito de outra forma, muitos estão fazendo procedimentos sem nenhuma formação e sem nunhuma necessidade, causando uma sobrecarga maior sobre o sistema de sáude, seja público ou privado, sem vantagens para os pacientes.

    Temos que rever nossos conceitos para fazer avançar a eficácia dos tratamentos dos problemas da coluna, de uma forma viável.

    Hoje já dispomos de grandes avanços no campos das técnicas clínicas, intervencionistas e cirúrgicas da coluna, e nossso grande de desafio não é mais uma questão de tecnologia, é uma questão moral.

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    DISCOPATIA DEGENERATIVA: CIRURGIA NÃO É SEMPRE A MELHOR SOLUÇÃO

    As discopatias degenerativas ou doenças degenerativas discais são um achado comum em ressonâncias magnéticas. Sua marca registrada é a presença do sinal do "disco negro", mas é possível a sua existência mesmo em pessoas sem nenhum tipo de sintoma, constituindo um achado ocasional em muitos exames. Desta forma, o mais importante é saber se um achado específico é ou não responsável pela sua dor.

    Nos últimos anos, vimos o surgimento de um grande esforço para desenvolvimento de tecnologias para recosntrução da anatomia da coluna, através de cirurgas ligamentares ou próteses que substituíssem a função de estruturas anormais da coluna.
    A princípio as ideias são lógicas, mas muitos pacientes bem operados permaneceram com suas dores.

    Foi neste momento que a especialidade da cirurgia da coluna voltou seu foco para o entendimento das inflamações nervosas associadas ao desgaste estrutural, e desenvolveu várias técnicas para controle desta situação. Foi neste contexto que nasceu a NEUROPORAÇÃO, técnica que atua exatamente sobre nervos inflamados de uma forma precisa, levando a uma melhora inegável.

    Com uso de técnicas como a NEUROPORAÇÃO, os resultados de tratamentos clínicos obtiveram maiores sucessos e as cirurgias ficaram melhor indicadas, e por consequência com melhores resultados.

    Não há dúvida de que os procedimentos cirúrgicos que fazemos são altamente eficazes, mas o grande segredo repousa na correta indicação.

    FIBROMIALGIA: FORTALEZA TEM TRATAMENTO ESPECIALIZADO

    SER FELIZ É TUDO QUE SE QUER...



    O CENTRO MÉDICO DA COLUNA VERTEBRAL oferece um tratamento especializado para pacientes com FIBROMIALGIA E DORES MIOFASCIAIS.

    Unindo uma equipe multidisciplinar com ortopedista, ginecologista, acupunturista, psicólogos e fisioterapeutas, somos capazes de obter grandes índices de satisfação nestes casos de difícil tratamento.



    O TRABALHO EM EQUIPE NOS FAZ FORTES!

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    HÉRNIA DE DISCO CERVICAL: TRATAMENTO MODERNO PODE EVITAR CIRURGIAS NA MAIOR PARTE DOS CASOS


    As hérnias de discos cervicais são comuns e o tratamento cirúrgico costuma ser uma indicação bastante usada para tentar controlar as dores, quando não se conseguiu um alívio através de medicamentos antiinflamatórios e fisioterapias.

    Mesmo com o desenvolvimento de tecnologias mini-invasivas, as cirurgias são indicadas apenas na falência de um tratamento clínico bem feito.

    No Centro Médico da Coluna Vertebral, com a aplicação de procedimentos guiados por imagem, conseguimos reduzir a necessidade de operar os nossos pacientes.

    Veja ao lado o caso de um jovem paciente de 23 anos com quadro de hérnia de disco cervical em dois segmentos. Já tinha recebido indicação de cirurgia em outro serviço, mas foi tratado com sucesso por uma NEUROPORAÇÃO.

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