terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

DADOS CLÍNICOS DO DR HENRIQUE DA MOTA SÃO ESTUDADOS EM TESE DE PhD NA EUROPA

SInPaTCo: SISTEMA INTELIGENTE PARA TRATAMENTO DA COLUNA



O Centro Médico da Coluna Vertebral, através da atividade clínica e científica do Dr Henrique da Mota tem revolucionado a terapêutica diante das dores e degenerações da coluna vertebral.

Os dados clínicos do Dr Henrique da Mota, que inicialmente foram estudados e que serviram a diversas teses de mestrado e doutorado na Universidade Federal do Ceará, ultrapassaram fronteiras e hoje são estudados por especialistas em todo o mundo.

Universidades Europeias e da América do Norte realizam trabalhos baseado em seus dados clínicos, e o grande sucesso de seus trabalhos levou à necessidade de criação de registro de marcas e patentes por parte do Centro Médico da Coluna Vertebral.

Hoje, o CMCV tem a patente de métodos terapêuticos e registro de métodos diagnósticos que constituem um sistema completo de abordagem chamado SinPatCo®.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

HÉRNIA DE DISCO: NOVO TRATAMENTO MÉDICO EVITA CIRURGIAS.


As hérnias de disco são problemas muito comuns e representam, atualmente, uma das grandes indicações de cirurgias em doenças da coluna, trazendo muito sofrimento para os pacientes. A experiência tem mostrado que existe uma grande capacidade de auto-regressão biológica das dimensões das hérnias de disco.

Com o método na NEUROPORAÇÃO, utilizamos esta capacidade biológica para tratar a hérnia de disco sem precisar retirá-la por meios agressivos.

Na primeira figura ao lado, vemos o caso de uma paciente do sexo feminino, de 42 anos, que sofria de fortes dores lombares irradiadas para o seu membro inferior direito que não melhoravam com a realização de métodos de fisioterapia e medicamentos antiinflamatórios corretamente aplicados em outro serviço. A ressonância magnética mostra uma grande hérnia de disco no segmento entre a quinta vértebra lombar e o sacro, com compressão de raízes nervosas. Diante daquela situação, a paciente teve indicado um método para controle de inflamações regionais que teria dois objetivos: aliviar as dores de forma imediata e contribuir para a regressão biológica da hérnia de disco, evitando qualquer necessidade de tratamentos cirúrgicos mais agressivos.

Assim foi feito. Um ano após o procedimento, a paciente veio para controle, com uma regressão importante da hérnia do segmento de L5/S1, sem a necessidade de cirurgias agressivas.

Comentário: com a NEUROPORAÇÃO, estamos tratando com sucesso impressionante casos de graves hérnias de disco, conseguindo provar a existência de auto-regressão de volume com exames de imagens sucessivos. Isto representa um grande avanço para o tratamento das doenças da coluna, pois podemos oferecer aos pacientes um método altamente resolutivo, que produz alívio imediato, feito de uma forma ambulatorial, que promove seu rápido retorno ao trabalho. Por estas características, o protoclo da Neuroporação representa o tratamento ideal nas hérnias de disco, tornando ultrapassados a totalidade dos métodos atualmente oferecidos aos pacientes com estes problemas.




Centro Médico da Coluna Vertebral

Torre Saúde São Mateus
Av. Santos Dumont, 5753, Sala 206
Fortaleza - Ceará - Brasil
Fone/Fax: (85) 3265 8300 e (85) 3242 9263

http://www.centromedicodacoluna.com.br/

ESTUDO MOSTRA QUE NÃO HÁ VANTAGEM NA COLOCAÇÃO DE PARAFUSOS NAS CIRURGIAS DE HÉRNIAS DE DISCO

Does the Fusion of a Lumbar Disc Herniation Improve the Clinical Outcome? An Investigation With a Minimum10-year Follow-up.
Journal of Spinal Disorders & Techniques.

AB Study Design: A retrospective long-term (minimum 10-year) follow-up and comparative study. Objective: To compare the clinical outcome of surgically treated primary lumbar discherniation by conventional discectomy alone and discectomy with posterolateral fusion without instrumentation. Summary of Background Data: Primary lumbar disc herniation is usually treated by discectomy alone. The long-term outcome of discectomy alone is generally satisfactory. However, the superiority of a discectomy alone in comparison to a discectomy with fusion for primary lumbar disc herniation has yet to be determined. Methods: Conventional discectomy without fusion was performed in 39 patients in hospital A (without-fusion group) and conventional discectomy with postero-lateral fusion without instrumentation was performed in 109 patients in hospital B (with-fusion group). The subjective symptoms (analgesic use, continuing gait time, 4-grade modified outcome criteria, numerical rating scale of pain and satisfaction with the operation and the Japanese version of the Roland-Morris Disability Questionnaire) and objective symptoms (SLR-T, manual muscle test and sensory disturbance) were assessed. Results: There were no differences detected in the subjective and objective symptoms between the without-fusion and with-fusion group. Conclusion: Routine fusion surgery for a primary lumbar disc herniation was therefore found to have no apparent benefit even in the long-term outcome. (C) 2013 by Lippincott Williams & Wilkins, Inc.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

NEUROPORAÇÃO: UMA MARCA REGISTRADA DE QUALIDADE DO CENTRO MÉDICO DA COLUNA VERTEBRAL

DR HENRIQUE DA MOTA EXPLICA O QUE É A NEUROPORAÇÃO.


A Neuroporação é uma sistematização inteligente e mais eficaz de técnicas já existentes e comprovadas. É uma organização específica de procedimentos constantes da praxis médica. Sendo realizada com determinado critério, possui identidade própria, se diferenciando do uso aleatório das técnicas comuns, tendo sido patenteada e registrada em sua propriedade intelectual.  

A história da Neuroporação começou após as publicações de vários trabalhos, como os aqueles de grupos japoneses que mostraram que disfunções inflamatórias nos gânglios das raízes dorsais da segunda raiz lombar estavam relacionadas à manutenção das dores lombares, por um componente visceral e não somático. Desta forma, passei a sempre fazer procedimentos de bloqueio sobre esta zona radicular, que representa a saída do sistema simpático lombar para as estruturas anatômicas da coluna. Outros trabalhos mostraram a microanatomia da inervação discal e facetária, o que levou ao bloqueio sistemático de inervações facetárias e dos nervos sinovertebrais. 

Por outra vertente, vários outros trabalhos da biomecânica clínica, que vem sendo desenvolvidos desde o princípio dos anos 2000, e dos quais participo desde minha formação no Grupo de Pesquisa Aplicada em Ortopedia (GARO), em Lyon, começaram a definir o que chamamos de morfotipos sagitais, e, desta forma percebe-se gradativamente relações importantes com a dores da coluna, trabalhos que publiquei sob a chancela da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e da Sociedade Brasileira de Coluna, em um livro destinado aos especialista brasileiros.

Para ter informações mais interessantes sobre pesquisas de definição biomecânica de morfotipos, pode-se tentar acessar o Projeto SinPatCo, do Departamento de Engenharia de TeleInformática da Universidade Federal do Ceará. Lá, há alguns anos, iniciei minha participação como colaborador de um estudo financiado pelo CNPq, que já produziu teses de mestrado e doutorado. Neste estudos, nós usamos uma tecnologia chamada de redes neurais artificiais, que é uma ferramenta estatística de análise de dados não lineares. É uma das vertentes de nossos estudos clínicos aplicados.

Uma outra vertente de minha atuação foi o desenvolvimento de uma nova teoria biodinâmica da coluna, a Teoria de Integração Tensional, algo que introduz novos conceitos ao raciocínio clínico como o conceito de "discinesia neuroesquelética", que explica grande parte das dores nas doenças degenerativas da coluna e pela primeira vez apresenta aos colegas cirurgiões explicações para as síndrome pós-laminectomia e em diversas outras patologias. Esta teoria foi apresentada em palestra magna no Congresso Brasileiro de Cirurgia da Coluna, despertando grande interesse dos colegas.

Uma outra ideia basilar foi o desenvolvimento da Classificação dos Mecanismos das Dores da Coluna Vertebral, onde, pela primeira vez, se encontra uma explicação dos processo de desenvolvimento das dores nociceptivas e neuropáticas, explicando o seu processo de cronificação. Com estas ideias, estamos causando um grande impacto sobre as indicações cirúrgicas na especialidade e fazendo avançar nosso conhecimento.

Novos avanços também foram feitos na compreensão dos mecanismos bioquímicos das dores agudas e crônicas, e hoje temos uma quantidade de medicamentos que não tínhamos há 5 anos no Brasil, e faço uso destes medicamentos de acordo com protocolos usados nos melhores hospitais especializados da França, Alemanha e Inglaterra, e temos também a nova noção da participação das células gliais na manutenção das dores.

Dessa forma, vemos claramente que o problema da dores da coluna envolve muitos mecanismos bioquímicos, biomecânicos e morfológicos. É exatamente este conhecimento que dá base para a Neuroporação. É a associação de tudo isso que vai constituindo a originalidade do que chamei de Neuroporação.
Seguem em anexo as codificações pela tabela CBHPM dos procedimentos usados na Neuroporação:


Bloqueio do sistema nervoso autônomo – Cod CBHPM: 3.14.05.01-0
Coluna vertebral: Infiltração foraminal – Cod CBHPM: 4.08.13-36-3
Coluna vertebral: Infiltração facetária – Cod CBHPM: 4.08.13-36-3
Coluna vertebral: Infiltração articular – Cod CBHPM: 4.08.13-36-3
Punção de estruturas orienta por imagem – Cod CBHPM: 3.07.13.01-3
Bloqueio facetário paraespinhal - Cod CBHPM: 3.16.02.12-6
Radioscopia para acompanhamento de procedimento – Cod CBHPM: 4.08.11.02-6


É importante reforçar que a função primordial da neuroporação é a de controlar o processo inflamatório da coluna, permitindo a rápida entrada em ação de medicamentos que possam combater eventuais disfunções e/ou lesões nervosas periféricas e/ou centrais e dos exercícios terapêuticos para a plena recuperação funcional do paciente. 

Com a aplicação conjunta deste processo inteligente que une vários conhecimentos, chegamos, na prática clínica a índices altos de resolutividade, com um procedimento rápido, simples e eficaz, evitando o recurso às cirurgias no casos de ampla quantidade de doenças degenerativas da coluna. No caso das hérnias de disco, patologia que tratamos aos milhares, nos últimos três anos não tivemos uma única indicação de cirurgia, tirando milhares de pacientes da necessidade de ser submetido ao meu bisturi, o que representa um avanço inegável de nossa prática.

E a Neuroporação evolui, e constantes viagens feitas a vários serviços de referência no mundo tem agregado, gradualmente, mais eficácia a este procedimento, pela introdução de novas drogas e novos protocolos farmacológicos. Não paramos nunca de atualizar nossos métodos e ações terapêuticas.

É por tudo isto, sem falsa modéstia, que oferecemos, hoje, no Brasil, o que de melhor existe em nossa especialidade em todo o mundo! E pensamos que a divulgação ampla deste procedimento contribuirá para diminuição do sofrimento das pessoas que padecem de grandes limitações funcionais.

NEUROPORAÇÃO®: UMA NOVA ERA NO TRATAMENTO DAS DORES DA COLUNA!

Neuroporação


NEUROPORAÇÃO®: UMA NOVA ERA NO TRATAMENTO DAS DORES DA COLUNA!

O QUE É NEUROPORAÇÃO®?
NEUROPORAÇÃO® é uma forma de aumentar a permeabilidade da membrana celular de um nervo a medicamentos e a líquidos fisiológicos, com o objetivo de controlar, diretamente e de forma rápida, a inflamação e dor consequente.
Neuroporação 1
Neuroporação 2
 QUAIS OS TIPOS DE NEUROPORAÇÃO®?
A Neuroporação tem duas modalidades: a Neuroporação Eletromagnética (Eletroneuroporação) e a Neuroporação Química (Neuroporação Simples).
EM QUE SITUAÇÕES SE INDICA A NEUROPORAÇÃO®?
A NEUROPORAÇÃO® é realizada quando se determina, através de um protocolo médico especialmente desenvolvido, a localização precisa de uma inflamação em nervos. Isto ocorre na maioria das dores crônicas torácicas, lombares e cervicais, nas espondilolisteses, nas escolioses, nas degenerações da coluna e nas hérnias de disco.
COMO É FEITA A NEUROPORAÇÃO®?
NEUROPORAÇÃO® é realizada em uma única sessão, onde, guiado por imagens computadorizadas de tomografia ou radioscopia, posiciona-se, com precisão milimétrica, uma fina agulha especial (quase tão fina como uma de acupuntura) sobre o nervo-alvo, aplicando-se um campo eletromagnético através de um gerador de radiofrequência pulsada ou por um processo de indução química especial, introduzindo, dessa forma, uma concentração ideal de medicamentos especialmente usados para este fim.
Neuroporação 3
ONDE FAZER A TÉCNICA ORIGINAL DE NEUROPORAÇÃO®?
apresentação
O Centro Médico da Coluna Vertebral – CMCV, em Fortaleza, é referência nacional nesta técnica médico-intervencionista, recebendo atualmente grande quantidade de clientela estrangeira e de outros estados do Brasil que necessitam de tratamento de dores agudas ou crônicas da coluna vertebral, com atendimentos em inglês, francês, espanhol e português.
QUAIS AS VANTAGENS DA NEUROPORAÇÃO®?
 - É um procedimento sem cortes
- É feito sob leve sedação e anestesia local
- Não exige tratamento de atividades praticadas
- É realizada ambulatorialmente ou em pernoite hospitalar
- Pode aliviar a dor de forma rápida e definitiva
- Pode evitar cirurgias na maior parte dos casos de hérnias de disco e de degenerações da coluna
- Pode tratar as dores residuais após cirurgias de coluna
- Permite que você volte a sua cidade em 24 horas

NEUROPORAÇÃO®:

Está aberta uma nova era nos tratamentos das dores da coluna, e somos pioneiros no país, na aplicação desta nova técnica!

Neuroporação 5

Dr. Henrique da Mota (Foto) é Médico Ortopedista e Cirurgião de Coluna diplomado pela Université de Lyon – França, e há quase de 15 anos vem aperfeiçoando, de forma sistemática, a técnica de Neuroporação®, a partir de procedimentos realizados nos centros franceses de referência em tratamento de dores da coluna. Com a experiência de milhares de casos de sucesso é uma referência nacional na sua especialidade.
Curriculo Resumido:
  • Especialista Diplomado em Ortopedia e Traumatologia pela Université Claude Bernard – Lyon 1 – França.
  • Residência em Ortopedia no Pavillon T do Centre Hospitalier Universitaire Edouard Herriot – Lyon – França.
  • Residência em Cirurgia da Coluna Vertebral no Centre Medico-Chirurgical Des Massues – Lyon – França.
  • Membro da Societé Française de Chirurgie Orthopédique et Traumatologique – SOFCOT.
  • Especialização em Cirurgias Ligamentares da Coluna Vertebral. Clinique Saint Martin – Pessac – França.
  • Especialização em Cirurgias Mini-invasivas. CHU Pellegrin – Université de Bordeaux – França.
  • Fellow-Research em Biomecânica da Coluna Vertebral. Centre Des Massues – Lyon – França.
  • Especialização em Medicina Intervencionista da Coluna. Hôpital Civil – Université de Strasbourg – França.
  • Especialização em Neuroestimulação Medular. Hôpital Neurologique Pierre Wertheimer – Lyon – França.
Referências:
Sluijter ME, Cosman ER, Rittman WB, Van Kleef M. Pain 1998b;11:109–17.
Cahana A, Van Zundert J, Macrea L, van Kleef M, Sluijter M.Pain Med 2006;7:411–23
Cosman Jr ER, Cosman Sr ER. Pain Med 2005;6:405–24
Coster HGL. European Biophysics Journal 2009;39: 185-18